22/10/2019
5 ideias simples para voce ter uma boa pastagem
Para começar bem o processo de plantação da pastagem é preciso saber qual o tipo de forrageira ideal para a criação. 

Fazer uma boa escolha do tipo de pastagem significa analisar o solo, o clima, e quais nutrientes o capim pode oferecer para o rebanho, só assim é possível definir a espécie de forrageira que mais se adequará ao seu negócio.
 
Mas, como fazer tudo isso de forma simples e eficiente? Vamos responder nesse texto.
 
Continue a leitura, separamos cinco ideias simples para você ter uma boa pastagem!
 

Escolha o capim que vai agradar o paladar do rebanho

 
Escolher o capim que mais agrada o paladar do gado é fundamental para o sucesso do negócio.
 
Nos casos em que a alimentação não é adequada ou suficiente, o produtor pode perceber uma baixa produção do seu rebanho, o que não é nada bom.
 
Conforme dados da Embrapa a alimentação do rebanho é o maior problema da pecuária de leite no Brasil.
 
Para evitar esse tipo de problema é importante investir em forrageiras mais palatáveis, o que significa que são mais agradáveis ao paladar do gado e ainda oferecem mais nutrientes, consequentemente oferecem melhor desempenho de produção, aqui você encontra os melhores tipos de capim para gado.

 
Saiba como preparar o solo
 

Após escolher o tipo de forrageira ideal para a formação do pasto, o solo deve ser bem preparado para receber as sementes.
 
É importante consultar um engenheiro agrônomo, ele é o profissional capaz de definir o que é preciso fazer no solo antes da semeadura.
 
Para a preparação do solo é preciso ficar atento quanto às possíveis erosões, realizar as correções (aplicação de calcário e fósforo), eliminar vegetações daninhas, controlar pragas como as cigarrinhas, e adubar o pasto.
 
Saiba aqui cinco dicas para não errar na adubação das pastagens.
 

Como fazer o processo de semeadura
 

Primeiramente, é fundamental escolher sementes de boa qualidade que garantam rentabilidade para o negócio.
 
A taxa de semeadura deve ser definida, ou seja, a quantidade de sementes a ser utilizada no plantio, que deve ser feita por hectare.
 
É mais comum que a semeadura seja feita de modo convencional, método o qual conta com o uso de semeadoras utilizadas na plantação de milho e soja, e plantadoras utilizadas na plantação de trigo e arroz.
 
A vantagem do uso dessas máquinas é que a cobertura da semente já é feita com o plantio, mas, a desvantagem é que profundidade sofre muita variação e pode ultrapassar 3 cm, diminuindo a taxa de germinação.
 
Leia mais sobre germinação das sementes: conheça fases e características.

 
O tempo do primeiro pastejo é importante

 
O primeiro pastejo pelos animais deve ser levado em consideração para evitar danos ao processo trabalhoso até aqui.
 
É indicado que o primeiro pastejo aconteça entre 40 a 75 dias após a germinação da forrageira. Isso faz com que menos plantas sejam arrancadas e evita a compactação do solo.
 
  • As vantagens do primeiro pastejo são:
  • Diminui o excesso de plantas na área;
  • Melhor aproveitamento dos nutrientes;
  • Maior produção animal;
  • Evita o acabamento da forrageira.

Evite a superlotação animal no pasto

 
A superlotação do pasto prejudica a recuperação das forrageiras, além de provocar a degradação do solo e plantio.
 
A degradação do pasto é um grande problema para os agropecuaristas, pois, ela interfere diretamente na capacidade de recuperação natural da pastagem e nutrição animal.
 
Por isso, acompanhe a evolução do pasto e fique atento aos sinais de degradação como ervas daninhas, perda de peso animal, diminuição de forrageiras, isso evitará prejuízos no futuro.
 

Conclusão

 
Gostou das nossas dicas?
 
Para o sucesso da pastagem e da produção animal é importante se atentar à qualidade das sementes e escolher a que mais trará rentabilidade para o seu negócio.
 
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